Orquestra Contemporânea de Olinda

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Destaque da nova geração no cenário nacional e forte representante da diversidade sonora de Pernambuco, com misturas de ritmos do mundo, a Orquestra Contemporânea de Olinda lança no segundo semestre de 2012 o segundo disco de carreira, Pra ficar. No novo trabalho, autoral por inteiro, a big band olindense ganha assinatura do conceituado produtor musical Arto Lindsay, considerado um dos principais responsáveis pelo amadurecimento da música brasileira na década de 1990, quando esteve à frente de produções de discos como Estrangeiro (1990) e Circuladô (1991), de Caetano Veloso, Mais (1991), Cor de rosa e carvão (1994) e Memórias, crônicas e declarações de amor (2000),de Marisa Monte, Algamabetizado (1997), de Carlinhos Brown e O sorriso do gato de Alice (1993), de Gal Costa.

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A Orquestra Contemporânea de Olinda é formada por dez músicos. Idealizada pelo percussionista Gilú Amaral (apontado por Naná Vasconcelos como um dos mais criativos nomes da nova geração), o grupo traz como marca duas das maiores “escolas” de referência da música pernambucana: a percussão e os sopros (com um quarteto de tuba, sax, trompete e trombone liderados pelo maestro Ivan do Espírito Santo, todos provindos da primeira escola profissionalizante de música de Pernambuco, o Grêmio Musical Henrique Dias (1954), em atividade ininterrupta até hoje. Unem-se a eles, ainda, baixo, microkorg, guitarra, rabeca e um duo de vozes masculinas, numa formação surpreendente e nada convencional.

Com o primeiro disco, homônimo, lançado em 2008 (Som Livre), a Orquestra Contemporânea de Olinda conquistou indicações ao Prêmio da Música Brasileira (2009), Grammy latino (2010), teve o show considerado um dos melhores de 2009 pelo Jornal O Globo e ganhou meia página do The New York Times pela apresentação feita no Lincoln Center (NY), em 2010, na primeira turnê pelos EUA.

FICHA TÉCNICA

Gilú Amaral – Percussão
Rapha B – Bateria
Hugo Gila – Baixo e microkorn
Juliano Holanda – Guitarra
Maciel Salú – Rabeca e voz
Tiné – Voz e percussão fina
Maestro Ivan do Espírito Santo – Sax e flauta
Roque Netto – Trompete e flugelhorn
Babá do Trombone – Trombone
Alex Santana – Tuba

 

 
 
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